Francamente, a Golden Cross se mostrou um plano não confiável, e não confiável é o termo que eu uso para ser elegante. O que eles fizeram se caracteriza como crime contra o consumidor, fora o constrangimento e o estresse que me fizeram passar que se eu quisesse e tivesse paciência, poderia se tornar um processo de dano moral, como meu pai e meu primo, que são advgados, pontuaram muito bem.
Contactei a Golden Cross. Expliquei todo o problema para atendente do plantão. Ela consultou o médico do plano que disse que o exame só poderia ser feito via transvaginal (de novo? sério?) expliquei pacientemente que isso era mentira, que já tinha consultado dois médicos e eles informaram que não havia nenhum problema de fazer via pélvica. Ela insistiu: nesse período da gravidez "não dá pra ver nada via pélvica". Cara, para quê o plano MENTE? Gente, eu consultei DOIS MÉDICOS.
Depois de muita argumentação, a atendente disse que liberaria uma "senha especial" para que eu pudesse realizar o exame no laboratório A+. Pedi o protocolo, e a atendente informou que esse tipo de ligação não tinha protocololo. Pedi a tal "senha especial" e ela disse que era só marcar o exame normalmente que os funcionários do laboratório ligariam e com o número da minha carteirinha liberariam o exame sem problemas.
Você acreditou? Nem eu. Liguei pro A+, e o meu caso já era de conhecimento da ouvidoria. Fui encaminhada para o Pedro Passos, responsável pelo meu caso. Ele conseguiu um encaixe para mim, pois como tava em cima da hora eu não ia mais conseguir fazer o exame no tempo certo, consultou o meedico do A+ que também concordou que não havia nenhum motivo para fazer o ultrassom por via transvaginal já que o pedido da minha médica era um morfológico por via pélvica.
Chegou o dia, e adivinha? Quem adivinhar ganha um doce, hein? O laboratório ligou para liberar a tal "senha especial" e a atendente do A+ já veio com aquela cara de que deu algo errado. Ela me informou muito educadamente que a Golden simplesmente não tinha liberado senha nenhuma, que era uma alteração que não servia para o laboratório faturar o exame. Nisso falei pro Gabriel que ia pagar e que ia entrar com o processo. Azar, não ia transformar esse momento em estresse novamente. Ouvindo isso a atendente falou: não precisa pagar. A ouvidoria do A+ libera o exame Pro Bono, pois entende que existiu uma falha de comunicação com o plano da primeira vez.
Cara, não acreditei que o laboratório entendeu e o plano de saúde não. Que o laboratório A+ através de sua ouvidoria e do excelente atendimento do Pedro Passos teve mais discernimento, que teve mais respeito pelo consumidor e pelo ser humano que estava a sua frente do que o plano de saúde que eu pago há ANOS e que só usei UMA VEZ antes da gravidez por causa de um terçol.
Eu nunca fico doente, tenho uma saúde sólida, pra eu ficar doente precisa cair um TIJOLO na minha cabeça. Na única vez que eu preciso do plano ele se mostra incompetente, exercendo a má fé sem nenhum constrangimento.
Aliás a novidade deles é dizer que só cobrem meu parto no São Luiz se for cesárea marcada, e não parto normal. WTF? Eu vou abrir tanto protocolo na ANS que pretendo ser a responsável por metade das multas deles em 2012. Quem sabe assim eles não aprendem a respeitar o consumidor.
Só ficaram três coisas boas nessa história toda: a coisa 1 é que descobrimos que é uma garotinha! estamos bem felizes. A coisa 2 é que ela é saudável como a mãe, de uma solidez incrível. :) E a terceira coisa é que eu posso confiar no laboratório A+ para fazer os exames da minha gravidez que serei bem tratada e respeitada como um ser humano e não como um número com bolsos de onde se drena dinheiro. Pois para Golden Cross é examente isso que seus clientes são: sacolinhas de dinheiro que não merecem respeito.
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A minha mãe trabalha na ouvidoria da Petrobras, no Rio de Janeiro. Ela foi uma das funcionárias que implantou esse modelo de ouvidoria no Brasil que é exemplo e case para as ouvidorias no mundo inteiro: independentes, que respeitam a confidenciabilidade, que respeitam as diferenças de gênero, cor, orientação sexual. Eu fico muito feliz quando ouvidorias funcionam, pois vejo o trabalho de formiguinha da minha mãe dando frutos aqui e ali. E a ouvidoria do A+ (através do seu funcionário o Pedro Passos) foi um exemplo de como ouvidorias devem funcionar: ouvindo de verdade, vendo o ser humano atrás da reclamação.
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Espero que eu possa voltar pra minha programação normal e falar das coisas LEGAIS da gravidez e não ficar resolvendo problemas causados pela má fé e incompetência do plano de saúde.
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domingo, 18 de dezembro de 2011
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Feijão, esse matreiro
Fui fazer o ultrassom morfológico hoje.
Na primeira passada o médico já avisou: xiiiiii. Você deve ter ovulado mais tarde. Esse bebê tem 9 semanas e seis dias e não onze semanas!
Ou seja, nada de saber sexo, nada de translucência nucal, nada de ultrassom morfológico, só uma ultra comum.
Ouvi o coração, vi o bebê: que é muito fofo, por sinal, já tem jeitão de gente. Foi emocionante, só não foi melhor por que o plano e o laboratório foram um lixo.
Cara, é impressionante como você é maltratada quando tá grávida, nego não tem dó. O estresse que eu passei eclipsou parte do momento que era pra ser legal e relaxante: ver e ouvir pela primeira vez o bebê.
Primeiro, que apesar de ter agendado o exame, cheguei no laboratório e eles simplesmente ignoram o agendamento, você recebe uma senha e atendido por ordem de chegada. Pô, mas se precisa agendar, qual é sentido? Fui tão bem atndida no laboratório A+ da Itapeva quando fui fazer os exames laboratoriais, e esse da Bela Vista é horrível. Profissionais despreparados e essa exigência absurda de agendamento que não é cumprida.
Quando agendei o exame pelo telefone eles perguntam o número de semanas e o nome exato do exame. Quando finalmente chamaram meu número, fui informada que o exame que eu queria (Ultrassom morfológico de primeiro trismestre) não é coberto pelo plano, apenas a versão transvaginal. Fiquei indignada, afinal, se não cobria o que eu pedi eles deveriam ter informado no agendamento. Daí em diante foi um show de horrores.
A atendente do laboratório disse que a Golden Cross só liberava os exames após as oito da manhã, mas o meu estava agendado para as 7:40. Se o Plano só atende a partir das oito, pra que deixar que o paciente agende antes das oito? Depois de muito insistir que eles entrassem em contato com o plano uma nova atendente chegou e disse: não sei por que sua médica pediu esse exame para décima primeira semana, não dá pra ver nada, só pelo transvaginal dá. Liguei pra médica, que desmentiu e disse que não existia a menor necessidade de fazer o exame via vaginal. Ou seja, a atendente do laboratório A+ MENTIU pra mim na cara dura.
Pô, era meu primeiro ultrassom, eu e Gabriel esperamos tanto por isso e ao invés de se concentrar em ver a silhueta do bebê e os batimentos no monitor ele ia ver o médico enfiando um consolão na minha buc*****. Super humano, gentil. Obrigada Golden Cross. O exame pela barriga daria as mesmas medidas, a translucência nucal e tudo mais que o diagnóstico precisa, mas a cobertura por uma questão ínfima de custos prefere apenas disponibilizar o exame mais constrangedor e invasivo. Cara, Hipócrates não tem paz nem sossego se revirando no túmulo cada vez que os planos de saúde fazem uma patuscada dessas.
E a burrice toda é que minha médica não pede nenhum exame desnecessário, ela é super low profile. Qualquer outra grávida no meu período de gestação já fez trocentos ultrassons comuns. Eu só (ia) fazer esse... Mas né? Até a DIX cobre esse ultrassom morfológico de primeiro trimestre mas por uma contenção de custos burra a Golden Cross só faz esse exame pela via vaginal. Muito escroto.
Voltando:
Nisso eu ligo pro plano e o plano confirma que só cobriria a via vaginal e se o laboratório quisesse ele podia faturar por outro código que aí receberiam. OU SEJA, A Golden Cross plano empresarial especial que se gaba de cobrir TUDO não cobre um exame de rotina sugeriu que o laboratório cometesse uma fraude administrativa para que eu fizesse o exame. Nossa, foi nessa hora que eu me senti em boas mãos: a pessoa que me atende no laboratório mente sobre a eficiência do exame que minha médica pediu e o plano sugere uma fraude para cobrir um buraco na sua cobertura.
Falei para atendente que ela tinha mentido e ela recuou: A Golden Cross é um SUS, minha querida. Eles não vêem necessidade de fazer ultrassom morfológico no primeiro trimestre. Só no segundo trimestre. O detalhe é que APENAS NO PRIMEIRO TRIMESTRE o exame de translucência nucal pode ser feito.
Um luxo, né?
Nisso eu e o Gabriel decidimos pagar no particular 350 conto. De tanto estresse, comecei a passar mal: dor de cabeça e enjôo que tinham sumido, voltaram com força total. Não falei nada para não estressar o Gabriel e lá fomos pra sala de exame.
Ver o baby pela primeira vez compensou o estresse. Mas né? Fiquei analítica, não consegui me entregar à emoção. Só perguntei pro médico se estava tudo bem com ele. Ele disse sim e pra mim tava bom isso.
Como acabamos não fazendo o morfológico, extornamos o valor do exame e fizemos a ultra comum pelo plano mesmo. A certeza agora é que vamos fazer o morfológico daqui 3 semanas. E não vai ser no A+ e a Golden Cross ainda vai ouvir umas verdades hoje.
Na primeira passada o médico já avisou: xiiiiii. Você deve ter ovulado mais tarde. Esse bebê tem 9 semanas e seis dias e não onze semanas!
Ou seja, nada de saber sexo, nada de translucência nucal, nada de ultrassom morfológico, só uma ultra comum.
Ouvi o coração, vi o bebê: que é muito fofo, por sinal, já tem jeitão de gente. Foi emocionante, só não foi melhor por que o plano e o laboratório foram um lixo.
Cara, é impressionante como você é maltratada quando tá grávida, nego não tem dó. O estresse que eu passei eclipsou parte do momento que era pra ser legal e relaxante: ver e ouvir pela primeira vez o bebê.
Primeiro, que apesar de ter agendado o exame, cheguei no laboratório e eles simplesmente ignoram o agendamento, você recebe uma senha e atendido por ordem de chegada. Pô, mas se precisa agendar, qual é sentido? Fui tão bem atndida no laboratório A+ da Itapeva quando fui fazer os exames laboratoriais, e esse da Bela Vista é horrível. Profissionais despreparados e essa exigência absurda de agendamento que não é cumprida.
Quando agendei o exame pelo telefone eles perguntam o número de semanas e o nome exato do exame. Quando finalmente chamaram meu número, fui informada que o exame que eu queria (Ultrassom morfológico de primeiro trismestre) não é coberto pelo plano, apenas a versão transvaginal. Fiquei indignada, afinal, se não cobria o que eu pedi eles deveriam ter informado no agendamento. Daí em diante foi um show de horrores.
A atendente do laboratório disse que a Golden Cross só liberava os exames após as oito da manhã, mas o meu estava agendado para as 7:40. Se o Plano só atende a partir das oito, pra que deixar que o paciente agende antes das oito? Depois de muito insistir que eles entrassem em contato com o plano uma nova atendente chegou e disse: não sei por que sua médica pediu esse exame para décima primeira semana, não dá pra ver nada, só pelo transvaginal dá. Liguei pra médica, que desmentiu e disse que não existia a menor necessidade de fazer o exame via vaginal. Ou seja, a atendente do laboratório A+ MENTIU pra mim na cara dura.
Pô, era meu primeiro ultrassom, eu e Gabriel esperamos tanto por isso e ao invés de se concentrar em ver a silhueta do bebê e os batimentos no monitor ele ia ver o médico enfiando um consolão na minha buc*****. Super humano, gentil. Obrigada Golden Cross. O exame pela barriga daria as mesmas medidas, a translucência nucal e tudo mais que o diagnóstico precisa, mas a cobertura por uma questão ínfima de custos prefere apenas disponibilizar o exame mais constrangedor e invasivo. Cara, Hipócrates não tem paz nem sossego se revirando no túmulo cada vez que os planos de saúde fazem uma patuscada dessas.
E a burrice toda é que minha médica não pede nenhum exame desnecessário, ela é super low profile. Qualquer outra grávida no meu período de gestação já fez trocentos ultrassons comuns. Eu só (ia) fazer esse... Mas né? Até a DIX cobre esse ultrassom morfológico de primeiro trimestre mas por uma contenção de custos burra a Golden Cross só faz esse exame pela via vaginal. Muito escroto.
Voltando:
Nisso eu ligo pro plano e o plano confirma que só cobriria a via vaginal e se o laboratório quisesse ele podia faturar por outro código que aí receberiam. OU SEJA, A Golden Cross plano empresarial especial que se gaba de cobrir TUDO não cobre um exame de rotina sugeriu que o laboratório cometesse uma fraude administrativa para que eu fizesse o exame. Nossa, foi nessa hora que eu me senti em boas mãos: a pessoa que me atende no laboratório mente sobre a eficiência do exame que minha médica pediu e o plano sugere uma fraude para cobrir um buraco na sua cobertura.
Falei para atendente que ela tinha mentido e ela recuou: A Golden Cross é um SUS, minha querida. Eles não vêem necessidade de fazer ultrassom morfológico no primeiro trimestre. Só no segundo trimestre. O detalhe é que APENAS NO PRIMEIRO TRIMESTRE o exame de translucência nucal pode ser feito.
Um luxo, né?
Nisso eu e o Gabriel decidimos pagar no particular 350 conto. De tanto estresse, comecei a passar mal: dor de cabeça e enjôo que tinham sumido, voltaram com força total. Não falei nada para não estressar o Gabriel e lá fomos pra sala de exame.
Ver o baby pela primeira vez compensou o estresse. Mas né? Fiquei analítica, não consegui me entregar à emoção. Só perguntei pro médico se estava tudo bem com ele. Ele disse sim e pra mim tava bom isso.
Como acabamos não fazendo o morfológico, extornamos o valor do exame e fizemos a ultra comum pelo plano mesmo. A certeza agora é que vamos fazer o morfológico daqui 3 semanas. E não vai ser no A+ e a Golden Cross ainda vai ouvir umas verdades hoje.
domingo, 27 de novembro de 2011
Ultrassom, Translucência Nucal e Paranóia
Quando eu estava com 9 semanas os sintomas da gravidez desapareceram. Simples assim. Do mesmo jeito que chegaram foram embora. Eu não tive mais enjôos terríveis, minha boca parou de salivar, não surgiu nenhuma espinha ET na minha cara.
Eu devia estar pensando: nossa, que maravilha, vou curtir a gravidez.
Mas sabe o que eu pensei?
Ai meu Deus, aconteceu alguma coisa com o bebê. Se eu não tenho mais sintomas, eu não estou grávida!
O que é uma bobagem, pois na maioria dos casos em que o bebê morre, o corpo dá um jeito de expelir, com cólicas e sangramentos.
Segundo a médica o que acontece é que seu corpo se acostuma com o aporte de hormônios e você já não se sente tão mal. Assim, pode acontecer de sim, você não estar mais grávida se os sintomas desaparecerem, mas é muito raro. Muito mesmo. Mas a grávida é um ser neurótico por natureza e meu primeiro ultrassom está marcado na terça feira.
Desde que os sintomas desasapareceram eu já tive mil dias de insônia pensando que diabos pode dar ERRADO. Gabriel me deu um mini esporro, disse que eu tenho que parar de ler os livros e os sites e curtir mais a gravidez. Depois do mini esporro dormi e sonhei que tava fazendo o ultrassom e que o bebê não tinha um pé.
Daê que eu pego o exame e dou-lhe um Google em USG Morfológico de Primeiro Trimestre e toda a desgraça se descortina diante dos meus olhos. Não, o Google não é o melhor amigo da grávida. Ele é uma ferramenta do demo para te deixar preocupada: descubro que o tal Ultrassom Morfológico de Primeiro Trimestre é aquele que faz o famoso exame de Translucência Nucal, que teoricamente mostra o risco de doenças congênitas como cardiopatias e doenças genéticas como Síndrome de Down.
Aí pesquisando mais um pouco você descobre que o tal exame de Translucência Nucal não te dá um positivo ou um negativo para essas doenças. Ele dá um índice de risco. Quer dizer, se o índice de risco é alto para Síndrome de Down, e mesmo se for, o bebê pode nascer não portando nenhuma cardiopatia, nem Síndrome de Down, nem nada. Ou pode dar o índice baixo e o bebê ter. Ou seja, um exame terrorista, que só serve para indicar outro exame mais preciso (a Aminiocese) caso o índice de risco seja alto.
Eu queria estar plácida e linda, tipo grávidas de comercial e filmes, daquelas que choram ao ouvir os primeiros batimentos e sorriem angelicais para o cara que faz o exame. Mas tenho certeza que vou ficar olhando para tela mega neurótica cutucando o cara para saber se os dois pés estão mesmo lá.
::
Meu olho enche de água por qualquer bobagem. Sempre fui meio manteiga derretida, mas tá ficando demais. E a internet é pródiga em videozinhos fofos/cafonas que eu pisaria em cima antes de estar grávida. Mas que agora... Alguns deles:
Vídeo de gatinho cego ganhando bola com sino
Paul McCartney cantando Something no show que fez no Rio de Janeiro. (A introdução com Ukelele me matou)
Vídeo de criancinha dividindo sanduíche.
Segundo a médica o que acontece é que seu corpo se acostuma com o aporte de hormônios e você já não se sente tão mal. Assim, pode acontecer de sim, você não estar mais grávida se os sintomas desaparecerem, mas é muito raro. Muito mesmo. Mas a grávida é um ser neurótico por natureza e meu primeiro ultrassom está marcado na terça feira.
Desde que os sintomas desasapareceram eu já tive mil dias de insônia pensando que diabos pode dar ERRADO. Gabriel me deu um mini esporro, disse que eu tenho que parar de ler os livros e os sites e curtir mais a gravidez. Depois do mini esporro dormi e sonhei que tava fazendo o ultrassom e que o bebê não tinha um pé.
Daê que eu pego o exame e dou-lhe um Google em USG Morfológico de Primeiro Trimestre e toda a desgraça se descortina diante dos meus olhos. Não, o Google não é o melhor amigo da grávida. Ele é uma ferramenta do demo para te deixar preocupada: descubro que o tal Ultrassom Morfológico de Primeiro Trimestre é aquele que faz o famoso exame de Translucência Nucal, que teoricamente mostra o risco de doenças congênitas como cardiopatias e doenças genéticas como Síndrome de Down.
Aí pesquisando mais um pouco você descobre que o tal exame de Translucência Nucal não te dá um positivo ou um negativo para essas doenças. Ele dá um índice de risco. Quer dizer, se o índice de risco é alto para Síndrome de Down, e mesmo se for, o bebê pode nascer não portando nenhuma cardiopatia, nem Síndrome de Down, nem nada. Ou pode dar o índice baixo e o bebê ter. Ou seja, um exame terrorista, que só serve para indicar outro exame mais preciso (a Aminiocese) caso o índice de risco seja alto.
Eu queria estar plácida e linda, tipo grávidas de comercial e filmes, daquelas que choram ao ouvir os primeiros batimentos e sorriem angelicais para o cara que faz o exame. Mas tenho certeza que vou ficar olhando para tela mega neurótica cutucando o cara para saber se os dois pés estão mesmo lá.
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Meu olho enche de água por qualquer bobagem. Sempre fui meio manteiga derretida, mas tá ficando demais. E a internet é pródiga em videozinhos fofos/cafonas que eu pisaria em cima antes de estar grávida. Mas que agora... Alguns deles:
Vídeo de gatinho cego ganhando bola com sino
Paul McCartney cantando Something no show que fez no Rio de Janeiro. (A introdução com Ukelele me matou)
Vídeo de criancinha dividindo sanduíche.
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terça-feira, 22 de novembro de 2011
10 Semanas
Parei de sentir enjôos. Mas o apetite ainda não voltou. Às vezes fico com medo de não estar comendo o suficiente, e vou lá e belisco um biscoito integral, uma pera. Espero que isso seja o bastante, além dos pratos das refeições principais, que vá lá, não andam muito cheios, mas estão bem variados.
Essa semana o pequeno feijuquinha ganha cabelos, unhazinhas. Os dedos não têm mais membranas, são separadinhos. Feijuquinha faz muitos movimentos: bate os braços, dobra os cotovelos. Mas é tão pequeno que não dá pra sentir ainda. Ele já produz sozinho o próprio sangue e o fígado, o coração, os pulmões e os rins já funcionam. Ele até (pasmem!) faz xixi.
O útero está do tamanho de um mamão. Ou um abacatinho, mas o bebê mesmo ainda é do tamanho de uma azeitona. Dá pra perceber uma mini barriguinha mais roliça, mas aparentemente só eu enxergo.
Tô bem ansiosa pelo nosso primeiro ultrassom, na semana que vem. Vamos saber se é um bebê ou uma bebéia, um rapaz ou uma moçoila. Todos sonham e têm palpites. Eu e Gabriel tivemos uma intuição de menino no começo. Minhas tias, minha mãe e minha irmã tinham certeza que é menina. Mas eu fiz uma simpatia pra descobrir que deu menino. A Maria, nossa amiga de dois anos e meio jurou que era menina. E agora minha mãe sonhou com um bebê menino. Consultei uma tabela chinesa: deu menino. Consultei outra: deu menina. Ou seja, como desde o início, estamos no 50% versus 50%. Nada mudou.
Eu acho que achei o nome se for menina. Mas não vou contar agora. Se for menino também. Mas é muito hippie o de menino e eu fiquei com vergonha, pois tenho bode de riponguismos. Mas hippie pro meu padrão, né? Nada se Sóis, Luas e Arco Íris. Desse bullying o bebê não sofre.
E nada de cruzar as pernas, bebê! Estamos todos muito curiosos.
Essa semana o pequeno feijuquinha ganha cabelos, unhazinhas. Os dedos não têm mais membranas, são separadinhos. Feijuquinha faz muitos movimentos: bate os braços, dobra os cotovelos. Mas é tão pequeno que não dá pra sentir ainda. Ele já produz sozinho o próprio sangue e o fígado, o coração, os pulmões e os rins já funcionam. Ele até (pasmem!) faz xixi.
O útero está do tamanho de um mamão. Ou um abacatinho, mas o bebê mesmo ainda é do tamanho de uma azeitona. Dá pra perceber uma mini barriguinha mais roliça, mas aparentemente só eu enxergo.
Tô bem ansiosa pelo nosso primeiro ultrassom, na semana que vem. Vamos saber se é um bebê ou uma bebéia, um rapaz ou uma moçoila. Todos sonham e têm palpites. Eu e Gabriel tivemos uma intuição de menino no começo. Minhas tias, minha mãe e minha irmã tinham certeza que é menina. Mas eu fiz uma simpatia pra descobrir que deu menino. A Maria, nossa amiga de dois anos e meio jurou que era menina. E agora minha mãe sonhou com um bebê menino. Consultei uma tabela chinesa: deu menino. Consultei outra: deu menina. Ou seja, como desde o início, estamos no 50% versus 50%. Nada mudou.
Eu acho que achei o nome se for menina. Mas não vou contar agora. Se for menino também. Mas é muito hippie o de menino e eu fiquei com vergonha, pois tenho bode de riponguismos. Mas hippie pro meu padrão, né? Nada se Sóis, Luas e Arco Íris. Desse bullying o bebê não sofre.
E nada de cruzar as pernas, bebê! Estamos todos muito curiosos.
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